O que fazer em Sydney?

Belas praias, prédios vitorianos e bem conservados, bairros cosmopolitas, pessoas de todos os tipos e estilos. Sydney é uma cidade que realmente impressiona pela beleza e vivacidade.

Com quase 5 milhões de habitantes, a metrópole abriga famosos símbolos australianos, como o Opera House e a Harbour Bridge.

Ambos estão localizados na região norte da cidade, conhecida como Sydney Harbour. É possível começar a visita pelo Circular Quay, um dos pontos mais importantes do porto e aonde há uma estação de metrô com o mesmo nome. De lá, você pode pegar uma ferry para conhecer algumas ilhas, ou preparar os pés para uma agradável caminhada. Uma das opções é começar pelo Opera House.

Desenhado pelo arquiteto dinamarquês Jorn Utzon, o Opera House é um dos grandes destaques da cidade. Os australianos brincam que parecem tartarugas copulando, mas o edifício foi inspirado nas velas dos barcos que passam pela baía. É possível fazer um tour guiado para conhecer os bastidores do teatro ou assistir a uma apresentação. O tour custa $36 e está disponível em vários idiomas. Para assistir uma ópera e conferir de perto os detalhes de uma apresentação, é recomendável reservar previamente. Assistimos a "La Bohème" e foi uma experiência bem bacana!

Depois de conhecer um dos lugares mais incríveis de Sydney, você pode continuar seu passeio a pé rumo ao bairro "The Rocks", que é a vila mais antiga da cidade. Cheia de histórias de europeus condenados no século XIX, que foram defenestrados de seus países de origem e fizeram suas vidas na Austrália, o bairro conta com várias casinhas antigas e charmosas que hoje se transformaram em bons restaurantes! Vale escolher uma das tantas opções para saborear algo. E, de sobremesa, nossa recomendação é provar um gelato da sorveteria Gelatissimo. Essa é uma rede famosa no país com sorvetes deliciosos.

Outro passeio imperdível na região é o Museum of Contemporary Art (Museu de Arte Contemporânea). Recém reformado, o museu é de graça e conta com exposições bem bacanas de arte australiana e internacional. Fica aberto das 10h às 17h e, às quintas, até às 20h. Fizemos um tour misterioso que estava marcado para às 19h e foi muito bacana! A funcionária do museu nos levou para conhecer algumas artes-chave e nos deu várias informações privilegiadas sobre os artistas. Aqui, duas dicas: vale ficar de olho na programação do museu para fazer tours como o nosso (de graça e com pouca gente) e vale uma visita no restaurante do terraço. Tem uma vista incrível do Opera House!

O The Rocks conta ainda com outro museu gratuito: o The Rocks Discovery Museum, que também funciona diariamente das 10h às 17h. No local, há narrativas sobre os aborígenes e sobre os primeiros moradores do bairro. É muito interessante ver como os australianos valorizam a história deles, pois, embora seja recente, há muitos materiais dos últimos anos. No mesmo bairro, há um hostel que foi construído em cima de um sítio arqueológico. Também vale dar uma passadinha! O nome do hostel é Sydney Harbour YHA e ele fica na Cumberland Street.

É nesta região também que está a famosa Sydney Harbour Bridge. Inaugurada em 1932, a ponte tem 134 metros de altura e 502 metros de comprimento.

Um bom lugar para ver um milhão de vistas da cidade e da ponte é o parque Observatory Hill. Ele fica pertinho do The Rocks e certamente vale uma visita para avistar Sydney de diversos ângulos. Também pode ser um bom lugar para um piquenique.

Além do The Rocks, o Royal Botanic Gardens é outro passeio imperdível. É um lugar bem gostoso para contemplar paisagens e fazer um piquenique e, no final, você ainda pode conhecer a Art Gallery of NSW, que é uma galeria de arte bem completa e de graça, além de estar em um prédio super bonito.

Sydney impressiona por ter tantos edifícios conservados em meio a muito verde. São vários parques que podem ser visitados! Leve sua canga, um lanchinho, um bom livro, e desfrute!

Outro parque que merece ser visitado é o Hyde Park. Pertinho da linda catedral gótica St Mary's e do Australian Museum, é mais um lugar para a lista.

De lá, vale uma visita ao prédio da prefeitura (Town Hall) e ao Queen Victoria Building, um centro comercial cheio de lojas boas e com uma arquitetura muito bonita!

Bateu aquela fominha? Se você não estiver cansado de andar, dá para descer pela George Street e conhecer a Chinatown. Há inúmeros restaurantes por lá. Cuidado com a pimenta (no restaurante que nós fomos, escolhemos o nível médio de pimenta, mas comemos com lágrimas nos olhos).

Um dia inteirinho deve ser reservado às praias. Pegamos um ônibus cedinho até a praia Coogee e, de lá, fomos andando por uma aprazível trilha até a praia Bondi, que é uma das mais famosas de Sydney. Foram uns 5 quilômetros com lindas vistas e, no meio do caminho, dá para sentar e fazer um piquenique. Havíamos lido várias coisas sobre esse passeio, mas nada sobre passar, literalmente, ao lado de um cemitério. Achamos essa parte meio estanha, mas mesmo assim vale muito a pena (as tumbas ficam de frente para o mar).

​Sydney também é muito movimentada à noite, então escolha um bar e vá passear. Um dos bairros recomendados é o Darlinghurts. Não chegamos a ir até lá, mas é um lugar bem cotado.

São inúmeras atrações para uma única cidade e, certamente, você não ficará entediado nem por um minuto! Enjoy! :)

Como se locomover em Sydney?

Nós ficamos hospedados em um hostel bem próximo ao centro, no bairro King's Cross, então utilizamos muito o metrô e nossas próprias pernas.

Uma dica é comprar o cartão recarregável Opal, que vale para todos os ônibus e metrôs da cidade. Logo que chegamos, no aeroporto de Sydney, já compramos o nosso e fomos para o centro de metrô. Foram uns 30/40 minutos em um trem extremamente limpo e de dois andares.

No domingo, há um desconto nas tarifas, então também vale ficar de olho nos dias da semana. :)

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