Copenhagen: a viva capital dinamarquesa

Uma cidade com palácios, cheia de restaurantes e lotada de bicicletas. Essa é Copenhagen, que nos recebeu por 4 dias e nos surpreendeu. Curtimos um pouquinho do jeito descolado de ser do dinamarquês, vimos a troca de guarda no palácio real, conhecemos uma comunidade hippie... e adoramos tudo! Vamos lá?

Como chegamos em Copenhagen no fim da tarde, resolvemos caminhar um pouco e visitar um dos cartões postais da cidade: o Nyhavn, que em dinamarquês significa "porto novo". O lugar é puro charme: ao lado de um canal, é composto por casinhas coloridas, vários restaurantes e muita gente. De cara, já sentimos o clima animado e percebemos que os dinamarqueses parecem bem felizes e festeiros.

Nyhavn: um dos cartões postais de Copenhagen. Não por acaso, né?

No outro dia, fomos conferir a troca de guarda às 12h no Amalienborg Slot, residência da família real.

A troca de guardas acontece diariamente às 12h

De lá, partimos para a Igreja de Mármore, conhecida como "Marmorkirken", que é um dos símbolos de Copenhagen.

Nós e a Igreja de Mármore ao fundo

Andamos pela costa do canal até cruzarmos uma ponte onde só passam pedestres e ciclistas e chegamos no bairro de Christianshavn. Nossa primeira parada foi na comunidade alternativa de Christiania. O lugar foi fundado por hippies em 1971 e até hoje é semi-independente da Dinamarca. Lá dentro não pudemos tirar fotos, mas vimos várias lojinhas vendendo drogas leves e homens encapuzados.

Entrada de Christiania: daqui para frente as fotos são proibidas!

No mesmo bairro, mas fora da comunidade alternativa, visitamos a Igreja de Nosso Salvador, cuja torre forma uma escadaria externa em espiral. Subimos até lá e tivemos uma vista panorâmica sensacional de Copenhagen. No final da torre, os degraus vão ficando mais estreitos e bate um medinho, mas vale a pena!

Vista do topo da igreja de Nosso Salvador

Neste mesmo dia, ainda passamos pelo Palácio de Christiansborg e terminamos nossa jornada no delicioso parque de diversões Tivoli. Pagamos 120 coroas na entrada por pessoa e, lá dentro, ainda desembolsamos mais 75 coroas cada um para andarmos na montanha russa, visto que ticket de entrada só dá acesso ao parque e para andar em cada brinquedo é preciso pagar.

Dentro do Palácio de Christiansborg é possível visitar os quartos do palácio

No outro dia, resolvemos fazer uma daytrip até o Museu Louisiana. Compramos o ticket combinado de trem (ida e volta) + entrada ao museu por 200 coroas por pessoa. O museu a céu aberto fica a 40 minutos de Copenhagen e é perfeito para os amantes de arte! Além de esculturas de renomados artistas, como Joan Miró, possui ainda uma localização privilegiada: fica em frente ao Mar do Norte. Depois de apreciar tanta arte e brincar no escorregador, demos um mergulho na água fria.

O museu a céu aberto Louisiana é incrível!

A diversão é garantida no escorregador do Museu Louisiana

No nosso terceiro dia, visitamos o Museu Nacional de Copenhagen. A entrada nos custou 75 coroas por pessoa (atenção: muitos guias dizem que o museu é gratuito, mas ele passou a ser pago em julho de 2016!). Fizemos uma visita guiada super interessante e gostamos bastante de todo o acervo.

Copenhagen possui vários restaurantes bons e de vários lugares do mundo. Inclusive, o melhor restaurante do planeta segundo o Guia Michelin está na cidade: Noma. Se você tiver cacife para tal, reserve com 3 meses de antecedência. Como não era o nosso caso, ficamos satisfeitos com um mercado de rua bem bacana pertinho do centro: o Torvehallerne.

Para conhecer várias atrações da cidade, Copenhagen oferece um cartão chamado "Copenhagen Pass", que pode ser de 24, 48 ou 72 horas. Talvez valha a pena dependendo do seu tipo de viagem. :)

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